segunda-feira, 26 de setembro de 2011

“Mulher-Ketchup”


O caso aconteceu no dia 24 de junho deste ano quando a aposentada Maria Nilza Simões contratou o ex-presidiário Carlos Roberto de Jesus para matar Eronildes, que teria um caso amoroso com o marido dela.

Maria Nilza pagou R$ 1.000 pelo crime, segundo a polícia. O homem, ao perceber que conhecia a vítima, desistiu do crime e combinou com ela a simulação, prometendo dividir o dinheiro.
Eronildes confessou que recebeu R$ 240 para posar como morta, amarrada, encharcada com molho de ketchup e com um facão preso a um dos braços. Dias depois, a mandante flagrou os dois, aos beijos, em uma feira da cidade. Irritada com a mentira, ela denunciou Carlos Roberto à polícia como sendo o autor de um assalto do qual ela teria sido vítima.
Ao ser detido, o homem revelou o caso à polícia. Conforme o delegado Marconi Almino, como não houve flagrante, nenhum dos três envolvidos foi preso. Entretanto, todos respondem a processos em liberdade: a mandante por ter encomendado o crime, o homem, por extorsão, e a vítima, por coparticipação no caso.
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Se isso virar moda. Pelo menos reduzirão o numero de assassinatos e aumentarão a venda de Ketchup.
Circulam boatos de que já vão contrata-la para ser garota propaganda do Ketchp Quero.
-Lucas Goulart